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| A morte da passageira não justificaria o desvio; a companhia prestou condolências à família pela perda. Foto: Anna Zvereva / CC BY-SA 2.0, via Wikimedia Commons/via Aeroin |
Um voo da British Airways entre Hong Kong e Londres prosseguiu normalmente mesmo após o falecimento de uma passageira, uma mulher de cerca de 60 anos, ocorrido pouco depois da decolagem.
O incidente aconteceu a bordo de um Airbus A350-1000. O corpo permaneceu na aeronave durante toda a viagem, que durou mais de 13 horas.
A morte de um passageiro não é considerada, em regra, uma emergência que justifique o desvio da rota. Apesar da apreensão de alguns viajantes, a tripulação decidiu seguir até o destino final. Para preservar a dignidade da vítima e reduzir o impacto visual, o corpo foi isolado e acondicionado em uma área reservada na parte traseira da cabine.
Ao chegar a Londres, policiais já aguardavam no aeroporto. Os passageiros foram instruídos a permanecer sentados por cerca de 45 minutos enquanto as autoridades realizavam os procedimentos de remoção.
Em nota, a British Airways lamentou o ocorrido, expressou condolências à família e explicou que não existe um protocolo único para lidar com mortes em voo. As medidas adotadas dependem do treinamento e do julgamento da tripulação.
De modo geral, companhias aéreas seguem princípios como confirmar o óbito com apoio médico disponível, preservar a dignidade do falecido, minimizar o impacto para os demais passageiros e manter a operação quando isso é seguro. Em voos longos, a prática mais comum é prosseguir até o destino final.
Fonte: aeroin.net
