Ambulância faz parada em lanchonete para paciente pedir um lanche

Criança de 6 anos em transferência hospitalar pediu um Happy Meal. Foto: Reprodução/NY Post/via IG

Em meio a um momento de incerteza e tensão, uma equipe de paramédicos transformou o transporte de uma ambulância em uma memória inesquecível para o pequeno Jaxon McGee, de apenas 6 anos. O caso, ocorrido recentemente nos Estados Unidos, viralizou após o gesto de humanidade dos profissionais de saúde.

Jaxon estava sendo transferido de uma unidade de saúde em Norman para o OU Health University of Oklahoma Medical Center, na capital do estado, quando manifestou um desejo inusitado: comer no McDonald’s.

De acordo com informações do NY Post, a mãe do menino, Natalie McGee, explicou inicialmente que a parada não seria possível. No entanto, Jaxon não desistiu e fez o pedido diretamente aos paramédicos Hunter Everett e Steven Yarbrough, do serviço EMSSTAT. Para a surpresa da família, a equipe entrou em contato com os médicos responsáveis pela transferência, que deram "luz verde" para o desvio na rota.

A cena no restaurante chamou a atenção dos clientes e funcionários. O veículo de emergência estacionou na unidade mais próxima e Jaxon foi levado para dentro da lanchonete ainda em sua maca. O garoto pôde escolher seu Happy Meal (McLanche Feliz) pessoalmente, vivendo um momento de normalidade antes de chegar ao hospital de destino.

"Aquele gesto trouxe um alívio imenso em um período extremamente difícil para nossa família", relatou Natalie McGee, destacando o impacto emocional positivo para o filho.

Poucos dias após a entrada no hospital de Oklahoma City, a família recebeu um diagnóstico desafiador: Jaxon sofre de Leucemia Linfoblástica Aguda (LLA), um tipo de câncer sanguíneo comum na infância.

Embora o diagnóstico seja sério, o cenário é de otimismo. Jaxon já deu início ao protocolo de quimioterapia e mantém sua rotina de estudos através do ensino remoto. De acordo com informações médicas fornecidas pela família, os tratamentos atuais para a LLA oferecem uma taxa de sobrevida de aproximadamente 90%. A mãe também pontuou que o gesto dos paramédicos teve um impacto positivo na questão emocional do filho.

Fonte: ultimosegundo.ig.com.br

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