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| Mãe indiana de 72 anos realiza sonho e tem primeiro filho. Foto: Reprodução/youtube/via NCSTotal |
Daljinder Kaur e seu marido, Mohinder Singh Gill, tinham um sonho que parecia impossível: ter um filho. Após quase cinquenta anos de casamento e várias tentativas frustradas de engravidar naturalmente, o casal indiano não desistiu. Aos 72 anos, Daljinder, com a ajuda de seu marido, embarcou em uma jornada de tratamentos de fertilização in vitro que mudariam suas vidas para sempre.
A decisão de Daljinder de buscar a maternidade em uma idade tão avançada foi vista como um desafio tanto para as probabilidades médicas quanto para as normas sociais. Mesmo com a fé e a perseverança inabaláveis, o caminho não foi fácil. Foram dois anos de tentativas, incluindo dois ciclos de fertilização sem sucesso, até que, finalmente, um embrião se desenvolveu.
O nascimento de Armaan e o debate global
Em 2016, a perseverança do casal foi recompensada com o nascimento de seu filho, Armaan. Ele veio ao mundo de forma saudável e robusta, pesando 3,9 kg. O nascimento de Armaan não só causou alvoroço nas redes sociais e na imprensa, mas também levantou questões importantes sobre os limites da biologia, os avanços da medicina e a própria definição de maternidade nos tempos modernos.
A história de Daljinder, a mãe mais velha do mundo a dar à luz, gerou debates intensos e dividiu opiniões. Enquanto muitos aplaudiram a coragem do casal e o avanço da medicina, outros questionaram as implicações éticas e médicas de criar um filho em uma fase da vida em que se pensa em aposentadoria. Apesar das críticas, a maioria das reações foi de apoio e admiração, e o caso abriu discussões sobre a autonomia reprodutiva e as restrições etárias em tratamentos de fertilização.
Uma nova juventude e um lembrete de esperança
Hoje, Daljinder e Mohinder estão comprometidos em oferecer uma vida feliz, amorosa e estável para Armaan. O casal garante que, apesar da diferença de idade, se sente mais vivo do que nunca. A chegada do filho lhes deu um novo propósito e uma juventude emocional que pensavam ter perdido. A jornada de Daljinder é um lembrete poderoso de que nunca é tarde para perseguir um sonho. O caso, embora raro, mostra que, com determinação e avanço científico, a maternidade pode ser uma das experiências mais transformadoras, mesmo quando vivida tardiamente.
Fonte: www.nsctotal.com.br
